terça-feira, 8 de abril de 2008
domingo, 16 de março de 2008
Já realizei até ao momento, em conjunto com os meus colegas várias actividades práticas, que foram todas bastante interessantes. Estas aulas têm contribuído muito para um aperfeiçoamento das técnicas de laboratório e têm sido muito ricas em matéria biológica.
Na minha opinião as aulas práticas realizadas até ao momento foram excelentes e espero que assim continuem até ao final do ano lectivo.
quarta-feira, 12 de março de 2008
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domingo, 9 de março de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
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Uma equipa de investigadores norte-americanos descobriu um método para determinar o local onde alguém bebeu água através de uma análise ao seu cabelo.
A técnica consiste em identificar os isótopos de hidrogénio e oxigénio existentes na água da torneira local, que variam de região para região e ficam "registados" no cabelo.Ou seja, analisando um cabelo é possível relacionar os isótopos de hidrogénio e oxigénio lá presentes com os da água potável de determinado local.A equipa de investigadores da Universidade de Utah analisou a composição da água da torneira de várias regiões dos Estados Unidos e recolheu amostras de cabelo em 65 barbearias do país.Com base na comparação desses dados, elaboraram um mapa dos Estados Unidos onde correlacionam a composição do cabelo humano com a geografia.Apesar de o mapa não permitir identificar localizações exactas, «pode não ser possível distinguir Chicago de Kansas City», dizem os cientistas, ele fornecem uma ideia geral. «É possível distinguir entre o Utah e o Texas», asseguram.«Nós somos o que comemos e bebemos, e isso fica gravado no cabelo», explica Thure Cerling, um geólogo e co-autor do estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences.
Reflexão pessoal:
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De facto a tecnologia está cada vez mais avançada, esta técnica pode ser benéfica no combate á criminalidade embora possa não parecer. Mas sobretudo ficamos com a sensação que tudo é possivel, e associadas a esta técnica podem surgir outras.
domingo, 2 de março de 2008
Um estudo sobre o comportamento do espermatozóide no corpo feminino pode revelar pistas importantes sobre a forma como as células cancerígenas e os vírus, como o VIH, conseguem disseminar-se no corpo humano. Segundo a BBC, cientistas britânicos conseguiram identificar moléculas situadas na superfície do espermatozóide que previnem o ataque pelo sistema imunitário feminino. Refira-se que, sendo considerados estranhos aos organismo, os espermatozóides poderão ser atacados por anticorpos da mulher. Então, essas moléculas protegeriam o espermatozóide, permitindo que ele entrasse no corpo da mulher sem ser detectado pelo seu sistema imunológico, o mesmo “truque” que poderá ser usado por células cancerígenas. A equipa de pesquisadores do Imperial College de Londres acredita que esta protecção é dada pelas glicoproteínas, que são moléculas de açúcar encontradas tanto na superfície do espermatozóide como também em algumas células cancerígenas e em amostras de sangue infectado com VIH. Segundo os cientistas, as células que contém a glicoproteína conseguem passar despercebidas pelo sistema imunitário e são protegidas de ataques, quando colocadas noutro organismo, como no caso de um transplante de órgãos, por exemplo. Isso explicaria como células infectadas com doenças como o cancro, por exemplo, conseguem espalhar-se pelo corpo. O estudo foi publicado na revista científica “Journal of Biological Chemistry”. O próximo passo dos investigadores, refere a BBC, é descobrir o mecanismo usado pelas glicoproteínas para se fazerem passar por inofensivas ao sistema imunitário.
Segundo Anne Dell, líder da pesquisa, o estudo pode abrir caminho para a descoberta de novos tratamentos e prevenção do cancro e outras doenças. «Se as células agressivas do cancro estão a usar os mesmos sinais reconhecidos pelo corpo para enganar o sistema imunitário e passar por inofensivas, precisamos de descobrir como funciona exactamente essa interacção ».
Faço aqui mais um ponto da situação, em relação ás aulas práticas de biologia.
Como aconteceu já no primeiro período lectivo, neste segundo período o conteúdo das aulas práticas, continua do mesmo género. Com a realização de várias actividades, é de salientar aquela que consistiu na elaboração de um projecto, que consistiu no estudo das características do peixe “Platy”, de geração para geração. Toda a turma dividida em grupos elaborou um projecto, que deverá agora ser posto em prática. Na minha opinião esta oportunidade que teremos em acompanhar a transmissão de características do “Platy”, será muito benéfica e interessante.
Numa reflexão global posso dizer que as aulas práticas incentivam bastante o interesse pela biologia, e acrescentam muitos aspectos ao meu conhecimento biológico.
