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domingo, 1 de junho de 2008
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domingo, 18 de maio de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
Um sapo sem pulmão acaba de ser descoberto na ilha de Bornéu, na Indonésia. Trata-se do primeiro caso confirmado do tipo e, segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, a espécie aquática Barbourula kalimantanensis aparentemente respira através da pele. Duas populações da espécie, sobre a qual havia relatos, foram encontradas durante uma recente expedição dos pesquisadores. “Sabíamos que seria perciso muita sorte apenas para encontrá-lo, pois há 30 anos que muitos têm tentado”, disse David Bickford, da Universidade Nacional de Singapura. Sobre a espécie existiam relatos, mas nenhuma confirmação de existência. “Mesmo quando o encontramos e fizemos as primeiras dissecações – lá mesmo no campo –, confesso que não acreditava que ele não tivesse pulmões. É algo que não parecia possível. Por isso, foi uma grande surpresa descobrir que era verdade para todos os espécimes que encontramos”, contou Bickford. De todos os tetrápodes, vertebrados terrestres com quatro membros, sabe-se que a ausência de pulmões ocorre apenas em anfíbios. São conhecidas algumas espécies de salamandras sem o órgão, além de uma de cobra-cega. Para os autores do estudo, a descoberta numa rara espécie de sapo em Bornéu reforça a ideia de que os pulmões são uma característica maleável nos anfíbios. Como o B. kalimantanensis vive em água corrente e fria, a ausência de pulmões poderia ser uma adaptação para uma combinação de factores, como um meio com mais oxigênio, o baixo metabolismo do animal, o achatamento do corpo que aumenta a área superfícial da pele e a preferência por afundar em relação a boiar. Os pesquisadores alertam que estudos futuros dessa notável espécie podem ser prejudicados pela sua raridade e pela ameaça de extinção. Por causa disso, eles pedem que sejam tomadas medidas para encorajar a conservação do B. kalimantanensis no seu hábitat natural. “Trata-se de uma espécie ameaçada da qual pouco sabemos. Ela tem uma notável capacidade de respirar por meio de toda a sua pele, mas o seu futuro está a ser destruído pela mineração ilegal realizada por pessoas marginalizadas que não têm outra forma de sobreviver. Ou seja, não há respostas simples para esse problema”, afirmou Bickford. Fonte: http://biologias.com/noticias/mostrar.php?titulo=304&biologia=Sapo_sem_pulmão_é_descoberto
Reflexão pessoal:
A natureza de facto é impressionante, e por vezes faz-se descobertas deste tipo. Sem muito para dizer, de referir a capacidade de adaptação destes anfibios que é fenomenal. Por outro lado é bastante triste sabermos que esta espécie está em vias de extinção.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
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terça-feira, 8 de abril de 2008
quarta-feira, 12 de março de 2008
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domingo, 9 de março de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
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Uma equipa de investigadores norte-americanos descobriu um método para determinar o local onde alguém bebeu água através de uma análise ao seu cabelo.
A técnica consiste em identificar os isótopos de hidrogénio e oxigénio existentes na água da torneira local, que variam de região para região e ficam "registados" no cabelo.Ou seja, analisando um cabelo é possível relacionar os isótopos de hidrogénio e oxigénio lá presentes com os da água potável de determinado local.A equipa de investigadores da Universidade de Utah analisou a composição da água da torneira de várias regiões dos Estados Unidos e recolheu amostras de cabelo em 65 barbearias do país.Com base na comparação desses dados, elaboraram um mapa dos Estados Unidos onde correlacionam a composição do cabelo humano com a geografia.Apesar de o mapa não permitir identificar localizações exactas, «pode não ser possível distinguir Chicago de Kansas City», dizem os cientistas, ele fornecem uma ideia geral. «É possível distinguir entre o Utah e o Texas», asseguram.«Nós somos o que comemos e bebemos, e isso fica gravado no cabelo», explica Thure Cerling, um geólogo e co-autor do estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences.
Reflexão pessoal:
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De facto a tecnologia está cada vez mais avançada, esta técnica pode ser benéfica no combate á criminalidade embora possa não parecer. Mas sobretudo ficamos com a sensação que tudo é possivel, e associadas a esta técnica podem surgir outras.
domingo, 2 de março de 2008
Um estudo sobre o comportamento do espermatozóide no corpo feminino pode revelar pistas importantes sobre a forma como as células cancerígenas e os vírus, como o VIH, conseguem disseminar-se no corpo humano. Segundo a BBC, cientistas britânicos conseguiram identificar moléculas situadas na superfície do espermatozóide que previnem o ataque pelo sistema imunitário feminino. Refira-se que, sendo considerados estranhos aos organismo, os espermatozóides poderão ser atacados por anticorpos da mulher. Então, essas moléculas protegeriam o espermatozóide, permitindo que ele entrasse no corpo da mulher sem ser detectado pelo seu sistema imunológico, o mesmo “truque” que poderá ser usado por células cancerígenas. A equipa de pesquisadores do Imperial College de Londres acredita que esta protecção é dada pelas glicoproteínas, que são moléculas de açúcar encontradas tanto na superfície do espermatozóide como também em algumas células cancerígenas e em amostras de sangue infectado com VIH. Segundo os cientistas, as células que contém a glicoproteína conseguem passar despercebidas pelo sistema imunitário e são protegidas de ataques, quando colocadas noutro organismo, como no caso de um transplante de órgãos, por exemplo. Isso explicaria como células infectadas com doenças como o cancro, por exemplo, conseguem espalhar-se pelo corpo. O estudo foi publicado na revista científica “Journal of Biological Chemistry”. O próximo passo dos investigadores, refere a BBC, é descobrir o mecanismo usado pelas glicoproteínas para se fazerem passar por inofensivas ao sistema imunitário.
Segundo Anne Dell, líder da pesquisa, o estudo pode abrir caminho para a descoberta de novos tratamentos e prevenção do cancro e outras doenças. «Se as células agressivas do cancro estão a usar os mesmos sinais reconhecidos pelo corpo para enganar o sistema imunitário e passar por inofensivas, precisamos de descobrir como funciona exactamente essa interacção ».
domingo, 24 de fevereiro de 2008
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Daniel Silva, director do Serviço de Ginecologia do Centro Regional de Coimbra do Instituto Português de Oncologia (IPO), que operou a paciente com 28 anos, adiantou à agência Lusa que o primeiro ano após a intervenção «é decisivo para ver se a doença está erradicada», o que exige «uma vigilância apertada». Terça-feira, uma mulher, que ainda não tinha filhos, aceitou submeter-se a uma intervenção cirúrgica pioneira em Portugal, e sobre a qual ainda não há muitos estudos internacionalmente, que consistiu na remoção de apenas uma pequena parte do útero, mantendo os ovários, e assim conservando a capacidade reprodutiva. Nestes casos de doença, a técnica normalmente utilizada é da cirurgia radical, com a remoção integral do útero e tecidos envolventes, para travar a evolução do carcinoma. «Esta técnica é de aplicar, sempre que as doentes queiram partilhar os riscos de uma cirurgia inovadora», referiu o médico, acrescentando que também só é possível em certos casos clínicos, como o desta jovem, com um carcinoma invasivo que não estava muito avançado. Segundo Daniel Silva, a paciente expressou uma «forte vontade» de aceitar os riscos de uma cirurgia que «ainda não está perfeitamente consagrada», em resultado de uma técnica criada pelo cirurgião francês Daniel Dargent, de Lion, em meados dos anos 90.Esta técnica consiste em remover passo-a-passo os tecidos, que de imediato são analisados e a cirurgia avança à medida que se obtêm os resultados e, «se não houver margem de segurança, com tudo a dar negativo, faz-se uma remoção total», explicou. Daniel Silva adiantou à agência Lusa que também no tratamento do cancro da mama se partia para a remoção total, para a cirurgia radical, e que as pressões das próprias pacientes levaram a que se procurasse fazer uma remoção apenas parcial dos tecidos, e os resultados foram idênticos. «Quando se inova correm-se riscos, mas pode estar-se a dar um passo importante», concluiu.
Fonte: http://www.tsf.pt/online/ciencia/interior.asp?id_artigo=TSF187351
Nota pessoal:
Mais uma boa notícia na área da ciência, desta vez em Portugal, o que é muito bom. Com esta primeira cirurgia ao que tudo indica poderam ser feitas outras. O lado benéfico desta cirurgia, é o facto das mulheres em questão poderem ficar férteis após uma remoção facial do útero. Apesar de haver riscos esta cirurgia é muito benéfica para as mulheres, pois assim poderão ter filhos.
sábado, 12 de janeiro de 2008
Como resultado, os cientistas envolvidos no estudo encontraram variações genéticas associadas a distúrbio bipolar, doença de Crohn, doença coronária, hipertensão, artrite reumática e diabetes dos tipos 1 e 2. Em poucos meses, os pesquisadores descobriram 15 genes com os quais nunca haviam sido associadas doenças.
As descobertas, comemoradas pelos cientistas como revolucionárias, devem-se em boa parte ao facto de eles terem utilizado um método muito mais rápido e preciso de vasculhar o genoma do que o que se usava antes.
Pallab Ghosh, especialista em ciência da BBC, afirma que antes o trabalho era como pescar em meio aos cerca de 25 mil genes que compõem o genoma, o que fazia com que o processo fosse lento e pouco confiável. Desta vez, diz Ghosh, a busca foi feita de forma muito mais sistemática, o que permitiu realizar a busca em todo o património genético do grupo estudado.
Os cientistas acreditam que, no futuro, seja possível submeter as pessoas a testes em busca de combinações de genes específicas que revelem o risco que elas correm e assim orientá-las a mudar o seu estilo de vida ou realizar exames de rotina.
Uma das descobertas mais surpreendentes está ligada a um gene, até então desconhecido, associado a diabetes do tipo 1 e doença de Crohn, uma inflamação do intestino, o que sugere que eles têm caminhos biológicos parecidos. O projecto do WTCCC já contribuiu para estudos recentes sobre o gene da obesidade, além de três novos genes ligados a diabetes do tipo 2 e a uma região genética no cromossoma 9 associada a doenças coronárias.
domingo, 9 de dezembro de 2007
O maior centro mundial de criação de tigres siberianos, uma das dez espécies em maior risco de extinção, completou um registo de DNA dos seus exemplares para evitar a consanguinidade e, com ela, a "degeneração" da espécie, segundo a imprensa local.
"Completamos a recompilação de amostras de DNA dos 700 tigres do centro. Só faltam os cem filhotes nascidos este ano", afirmou Liu Dan, veterinário-chefe do Centro de Criação de Felinos de Hengdaohezi, na província de Heilongjiang, nordeste da China.
O objectivo da iniciativa é "estabelecer uma árvore genealógica dos exemplares, a fim de garantir a pureza da espécie e evitar a degeneração genética" devido aos cruzamentos entre parentes, explicou.
Segundo o grupo ecologista WWF, apenas 500 tigres siberianos vivem actualmente em estado selvagem no seu habitat, a região de fronteira entre a Sibéria russa, o noroeste chinês e a parte setentrional da Coreia do Norte.
A grande maioria está em território russo, enquanto na China só restam de 10 a 17.
Para protegê-los da extinção, o Governo chinês decidiu criar em 1986, com apenas oito indivíduos, o centro de Hengdaohezi, cujos responsáveis planejam libertar no futuro cerca de 620 exemplares.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2111379-EI8145,00.html
Nota pessoal:
Sem dúvida uma noticia muito agradável, que poderá ser a cahve para uma luta quase impossivel, que é preservar o tigre siberiano, um animal esplendoso e magnifico. Esta descoberta poderá ser a chave, pois a consanguinade é o grande problema quando o número de exemplares de uma espécie começa a ser reduzido. Acredito que esta descoberta possa contribuir muito para a preservação desta espécie durante bastantes anos.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
O nascimento de animais com má formação genética ainda causa espanto nas pessoas pelos impressionantes tipos de deformações.
Zaidan afirma que durante a fase fetal ocorre uma proliferação celular na área onde os tecidos se formam. "Em algumas ocasiões, um agente tóxico pode interferir no desenvolvimento do embrião, gerando um animal com má formação genética."
"Colocar herbicida no pasto pode intoxicar o alimento que será ingerido pelo animal, e, neste caso, também depende da quantidade de substâncias tóxicas presentes na comida e quanto o animal se alimentou."
Mas a professora é cautelosa ao enunciar as possíveis causas para as anomalias e afirma que outros factores podem ser os causadores do defeito, além dos herbicidas. "A deformidade no animal também pode ser de natureza hereditária, funcional, metabólica e comportamental", informou.
Segundo a professora, uma pequena percentagem de anomalias ocorre por causa de um mau cruzamento antes da reprodução. "Muitas vezes são deficiências hereditárias adquiridas geneticamente, mas a falta de nutrientes saudáveis na alimentação do animal também pode ser um factor determinante", destacou.
Sobre a possibilidade do animal sobreviver com a anomalia, ela explicou que depende muito do tipo de má formação, já que existem vários exemplos de problemas genéticos. "Existem defeitos compatíveis e outros incompatíveis com a vida. Em algumas delas, o animal pode sobreviver e adaptar-se à vida com o seu defeito".
No caso da criação de gado, Zaidan explicou que geralmente acontece o sacrifício, por "menor que seja" o problema, e "mesmo que o animal seja saudável", para futuramente não trazer problemas à reprodução.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Uma edição do jornal americano Genetics faz referência a um estudo que avança nas causas da infertilidade feminina. Segundo o doutor Diego Castrillon, autor do estudo, há agora uma lista mas completa de genes, para se investigar.
O estudo foi realizado em ratos, já que em níveis moleculares, a biologia do ovário humano é muito parecida com a dos roedores. O objectivo é apontar novos caminhos para se descobrir a causa da infertilidade feminina testando problemas com genes específicos. Mais de 10% das mulheres apresentam dificuldade para engravidar, sendo a disfunção ovarina uma das causas mais presentes.
Segundo a doutora Silvana Chedid ,a ciência tem evoluído muito no sentido de encontrar novas alternativas de tratamento da infertilidade, começando pela identificação de novos genes que dificultam ou impedem a gravidez. A médica acredita, que num futuro próximo, sabendo qual o gene que está defeituoso, um especialista pode dar tratamento personalizado á paciente, aumentando as hipóteses de sucesso. Segundo a especialista a ciência hoje ainda trabalha com os dados que atribuem a infertilidade a 40% dos homens, 40% das mulheres e 20% de uma combinação dos dois factores.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/27092007/11/saude-descobertos-350-genes-da-fertilidade.html
Nota pessoal:
Uma vez mais assistimos a uma nova descoberta ciêntifica, que muito poderá contribuir para o grande problema que é a infertilidade. Com a lista de genes disponivel agora, será muito mais fácil a sua investigação. Num futuro próximo, penso que o que agora são factos serão uma realidade.
domingo, 4 de novembro de 2007
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Oitenta e cinco por cento das mulheres portuguesas em idade fértil e sexualmente activas utilizam métodos contraceptivos, indicam os dados mais recentes do Inquérito Nacional de Saúde.Em Portugal, "85 por cento dos entrevistados usam métodos contraceptivos, enquanto 15 por cento não utilizam qualquer contraceptivo", disse à Lusa Carlos Dias, adiantando que os índices mais baixos de utilização de contraceptivos registam-se no Alentejo, onde 81,4 por cento das mulheres usam contraceptivos, em contraste com a zona centro, com mais de 87 por cento das mulheres a recorrerem a métodos contraceptivos. O valor mais baixo de uso de contraceptivos mantém-se no escalão etário mais jovem — dos 15 aos 19 anos — e a mais elevada concentra-se nas faixas etárias intermédias — dos 25 aos 29 anos e dos 30 aos 34 anos.sexta-feira, 19 de outubro de 2007
domingo, 30 de setembro de 2007
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Todavia o estudo realça ainda, que desportos como a natação ao que tudo indica não são prejudiciais.
