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domingo, 1 de junho de 2008

Poluição impede polinização das flores
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Um estudo de um grupo de investigadores da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, revelou que a poluição provocada pela central de energia e automóveis diminui a fragrância das flores e impede a sua polinização. No relatório do estudo, publicado na revista Atmospheric Environment, os cientistas afirmaram que os efeitos poluentes podem ser a explicação para a redução sentida das povoações de insectos polinizadores, que se alimentam das flores, como as abelhas, besouros e borboletas. Segundo José Fuentes, professor da Ciências Ambientais da Universidade de Virgínia, «as moléculas aromáticas que produziam as flores num ambiente menos poluído, como há um século, podiam-se estender por cerca de mil» e agora os insectos não conseguem ultrapassar os 200 ou 300 metros. A par desta situação o problema reflecte-se nas plantas que não florescem, logo não conseguem a polinização de que necessitam para se reproduzirem e se diversificarem, noticia a Efe. Os cientistas explicaram ainda no relatório que as moléculas aromáticas das flores são vulneráveis e fundem-se muito depressa com os poluentes, o que faz com que não se desloquem intactas, logo o seu aroma altera-se e transforma-se em essência.
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Reflexão pessoal:
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De facto a poluição está a atingir níveis impossiveis, ao ponto de prejudicar gravemente várias espécies e pode levar algumas a extinção. Neste caso em concreto, a poluição impede que as flores libertem aromas que atraêm os insectos, assim sendo não ocorre polinização o que pode ditar o fim das espécies em questão.

domingo, 18 de maio de 2008

Poluição ambiental mata 13 milhões de pessoas anualmente

A Organização Mundial de Saúde (OMS) revela que há 13 milhões de mortes que poderiam ser evitadas anualmente em todo o mundo, se se conseguisse viver num ambiente mais saudável.De acordo com o relatório, os países menos desenvolvidos como Angola, Burkina Faso, Mali e Afeganistão são os mais afectados pelos problemas ambientais, pois perdem cerca de 20 vezes mais anos de vida saudável por pessoa anualmente, do que os países mais desenvolvidos. A OMS salienta, no entanto, que os países desenvolvidos não são imunes ao problema e melhores condições ambientais poderiam prevenir um sexto das doenças, medidas que poderiam passar pela redução da poluição, stress no trabalho, radiações UV, ruído, riscos agrícolas e alterações climáticas e dos ecossistemas. A OMS revela que em 23 países, mais de 10% das mortes ficam a dever-se a dois factores de risco, nomeadamente a água imprópria para consumo e poluição no interior das habitações, devido à utilização de determinados combustíveis para cozinhar. As conclusões do relatório revelam ainda que as crianças são as mais afectadas pela poluição ambiental, representando 74% das mortes, sendo que, na maior parte das vezes, estas crianças sofrem de diarreia e infecções respiratórias. No que diz respeito a Portugal, a melhoria das condições ambientais poderia evitar a morte de 15.000 pessoas, todos os anos, segundo refere o mesmo relatório. No portal da OMS, Susanne Weber-Mosdorf, directora-geral adjunta para o Desenvolvimento Sustentável e Ambientes Saudáveis da organização, sublinha que «estas estimativas por países são o primeiro passo para apoiar as entidades governamentais dos sectores da saúde e do ambiente a estabelecerem prioridades para uma acção preventiva».
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Reflexão pessoal:
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É preocupante deparamo-nos com estas situações, em que o planeta esta de tal modo mal tratado, que anualmente milhares de pessoas pagam com a sua própria vida esse facto. É necessário tomarmos medidas drásticas de modo a contrariar notícias como esta que infelizmente começam a fazer parte do nosso dia a dia.

domingo, 20 de abril de 2008

Descoberto sapo sem pulmão
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Um sapo sem pulmão acaba de ser descoberto na ilha de Bornéu, na Indonésia. Trata-se do primeiro caso confirmado do tipo e, segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, a espécie aquática Barbourula kalimantanensis aparentemente respira através da pele. Duas populações da espécie, sobre a qual havia relatos, foram encontradas durante uma recente expedição dos pesquisadores. “Sabíamos que seria perciso muita sorte apenas para encontrá-lo, pois há 30 anos que muitos têm tentado”, disse David Bickford, da Universidade Nacional de Singapura. Sobre a espécie existiam relatos, mas nenhuma confirmação de existência. “Mesmo quando o encontramos e fizemos as primeiras dissecações – lá mesmo no campo –, confesso que não acreditava que ele não tivesse pulmões. É algo que não parecia possível. Por isso, foi uma grande surpresa descobrir que era verdade para todos os espécimes que encontramos”, contou Bickford. De todos os tetrápodes, vertebrados terrestres com quatro membros, sabe-se que a ausência de pulmões ocorre apenas em anfíbios. São conhecidas algumas espécies de salamandras sem o órgão, além de uma de cobra-cega. Para os autores do estudo, a descoberta numa rara espécie de sapo em Bornéu reforça a ideia de que os pulmões são uma característica maleável nos anfíbios. Como o B. kalimantanensis vive em água corrente e fria, a ausência de pulmões poderia ser uma adaptação para uma combinação de factores, como um meio com mais oxigênio, o baixo metabolismo do animal, o achatamento do corpo que aumenta a área superfícial da pele e a preferência por afundar em relação a boiar. Os pesquisadores alertam que estudos futuros dessa notável espécie podem ser prejudicados pela sua raridade e pela ameaça de extinção. Por causa disso, eles pedem que sejam tomadas medidas para encorajar a conservação do B. kalimantanensis no seu hábitat natural. “Trata-se de uma espécie ameaçada da qual pouco sabemos. Ela tem uma notável capacidade de respirar por meio de toda a sua pele, mas o seu futuro está a ser destruído pela mineração ilegal realizada por pessoas marginalizadas que não têm outra forma de sobreviver. Ou seja, não há respostas simples para esse problema”, afirmou Bickford.

Fonte: http://biologias.com/noticias/mostrar.php?titulo=304&biologia=Sapo_sem_pulmão_é_descoberto

Reflexão pessoal:

A natureza de facto é impressionante, e por vezes faz-se descobertas deste tipo. Sem muito para dizer, de referir a capacidade de adaptação destes anfibios que é fenomenal. Por outro lado é bastante triste sabermos que esta espécie está em vias de extinção.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Nova luz no sistema ABO
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Após realizar estudos sorológicos e moleculares em pacientes com leucemia, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) conseguiram identificar novas variantes dos alelos do sistema ABO. De acordo com a coordenadora do estudo, Marcia Zago Novaretti, professora do Departamento de Hematologia, a descoberta ajuda a compreender o sistema ABO, que é o mais importante grupo sanguíneo da medicina para transfusões e transplantes. Os resultados foram publicados na revista Genetics and Molecular Research. Segundo a professora, a literatura internacional já registava que pacientes com leucemia podem ter enfraquecimento dos antígenos ABO, ou seja, mostrar uma reactividade mais fraca na tipagem ABO. “Com os recursos actuais e com a clonagem do gene ABO, estudamos molecularmente pacientes com leucemia para verificar se essa diferenciação se dava em nível molecular ou era apenas uma coincidência sorológico”, disse Marcia à Agência FAPESP. O artigo é um desdobramento de um projeto de Auxílio a Pesquisa que teve apoio da FAPESP e foi encerrado em 2004. Ao estudar, sob o ponto de vista sorológico e molecular, 108 pacientes com diferentes tipos de leucemia, os pesquisadores encontraram 22 novas variantes de ABO, além das 20 conhecidas. A maior das novas variações localiza-se no alelo O. Participaram no estudo, realizado no Hospital das Clínicas da USP, 51 homens e 57 mulheres, com idade média de 43,4 anos, portadores de leucemia mielóide ou linfóide, crónica ou aguda. “O estudo pode ajudar a compreender um pouco melhor as leucemias. Não sabemos se essa descoberta terá alguma utilidade em termos de prognósticos, mas ela pode indicar o caminho para estudos que verifiquem se a doença evolui de forma diferente nesses pacientes com mutações”, afirmou Marcia. O estudo é o primeiro relato de um grande número de amostras de pacientes com leucemia genotipados para ABO. “Os resultados mostraram um alto nível de actividade recombinante no gene ABO nos pacientes com leucemia”, disse. De acordo com a professora da FMUSP, o sistema ABO, localizado no braço longo do cromossoma nove, tem mais de 160 alelos e não está presente apenas na linhagem de células que compõem os elementos do sangue, mas também no endotélio (parte interior dos vasos sanguíneos), noutros tipos de células e até mesmo em secreções. “A complexidade do sistema exigia que realizássemos estudos moleculares”, explicou.
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Reflexão pessoal:
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Esta investigação parece ser bastante importante, pois a leucemia é uma doença grave que afecta muitas pessoas, se tivermos uma visão mais detalhada do sistema sanguíneo ABO será mais fácil combater doenças relacionadas com o sistema sanguíneo. Na minha opinião, apesar desta investigação não ser nada de concreto pode ser muito útil num futuro próximo.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Sangue de crocodilo pode ajudar a criar super antibiótico
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Proteínas encontradas no sangue de crocodilos podem ajudar na criação de antibióticos para combater vírus e bactérias que se tornaram resistentes aos remédios disponíveis, segundo pesquisadores americanos."Há uma possibilidade de que um dia nós venhamos a ser tratados com um remédio feito com sangue de crocodilo", disse o bioquímico Mark Merchant, da McNeese State University na Louisiana, Estados Unidos, durante uma conferência da Sociedade Americana de Química. Os seres humanos criam imunidade contra determinados organismos depois de entrar em contacto com eles. Já os crocodilos, segundo os cientistas, têm um sistema imunitário forte que combate microrganismos mesmo sem ter tido um contacto prévio com eles. Por isso, mesmo ferimentos graves sofridos pelos animais cicatrizam rapidamente, apesar do provável contacto com bactérias, vírus e fungos. A equipa de pesquisadores da Louisiana colectou amostras de sangue de crocodilos americanos depois de injectar uma substância para estimular o sistema imunitário dos animais. Depois, isolaram as células brancas do sangue que combatiam infecção e retiraram as proteínas. Em testes de laboratórios, pequenas quantidades da proteína extraída dos animais mataram uma grande variedade de bactérias, incluindo a MRSA, uma super bactéria altamente resistente a medicamentos e comum em infecções hospitalares. Os pesquisadores agora querem descobrir qual a exacta estrutura química das proteínas do sangue do crocodilo. A esperança é que essas proteínas possam ser usadas para criar novos antibióticos. Os cientistas também estudam a possibilidade de usar as proteínas para desenvolver tratamentos contra o HIV, depois de células brancas dos crocodilos conseguiram destruir o vírus em amostras de laboratório. Merchant, que vem estudando o assunto há quatro anos, também prevê a criação de pomadas para tratar úlceras ou queimaduras. Mas outros cientistas vêem a descoberta com cautela. Paul Williams, especialista em microbiologia da Universidade de Nottingham, na Grã-Bretanha, disse que os antibióticos usados actualmente foram criados há muito tempo e, por isso, existe a necessidade de se criar novos tipos .Ele afirma que existem vários trabalhos que procuram alternativas em peles de sapos e crocodilos, mas que, até agora, nenhum resultou em novos remédios.
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Reflexão pessoal:
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De facto a longa existência dos crocodilos, não é por acaso, mas sim devido ao seu poderoso e resistente sangue. Seria de valor utilizarmos o sangue de crocodilo em beneficiio da humanidade, ainda que seja complicado, pois estamos a falar do sangue de um réptil. Todavia se isso for possivel, será muito benéfico para o ser humano no combate a muitas doenças.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Localizada região do cérebro responsável pelo instinto maternal

Investigadores da Universidade de Oxford, Reino Unido, afirmam ter localizado a região do cérebro que activa o desejo de proteger e cuidar das crianças, o chamado instinto maternal e paternal, revela um estudo hoje divulgado. Um grupo de pediatras, psiquiatras e neurologistas britânicos afirma ter localizado na área do cérebro conhecida como "córtex orbitofrontal medial" (localizada acima dos olhos) a região que é activada quando os adultos visionam as crianças, criando uma necessidade de as proteger e cuidar. A área cerebral em causa está ligada à região que trata do reconhecimento de rostos e é também uma peça-chave para o controlo das emoções, segundo os especialistas. Além de contribuir para compreender os chamados instintos paternal e maternal, os investigadores afirmam que o estudo pode ser útil na identificação e tratamento da depressão pós-parto, sintoma que afecta cerca de 15 por cento das mulheres e três por cento dos homens nos países desenvolvidos.Para medir a função que a região do cérebro em causa desenvolve nos instintos humanos, os cientistas analisaram a actividade cerebral de voluntários que, sentados diante de um monitor, tiveram de carregar num botão assim que uma imagem de uma cruz projectada mudava de cor.Entre as imagens projectadas, também foram exibidas rapidamente fotos de adultos e crianças que os voluntários não conheciam.O mapeamento cerebral instantâneo realizado evidenciou que, enquanto não havia qualquer reacção perante as imagens dos adultos, um grande estímulo cerebral era detectado quando os voluntários viam as fotos das crianças.O afecto sentido pelas crianças e o instinto que leva a cuidar das crias tinha até agora uma explicação darwinista e outra etológica.A primeira, de Charles Darwin, afirma que se trata de um instinto desenvolvido evolutivamente para assegurar a continuidade da espécie; a segunda, do prémio Nobel Konrad Lorenz, indica que a cara e as expressões das crianças representam estímulos que activam uma resposta imediata.De acordo com os investigadores britânicos, a velocidade com a qual o "córtex orbitofrontal medial" dos voluntários era activado (um sétimo de segundo) quando visionavam as crianças, indica que a reacção não pode ter uma origem consciente ou cultural. «Acreditamos que a resposta imediata nos leva a tratar crianças de maneira especial», considerou Morten Kringelbach, neurocientista e um dos principais autores do estudo, citado pela Reuters.«A resposta cerebral é tão rápida que temos quase a certeza absoluta de que não há controlo consciente sobre ela», acrescentou.
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Reflexão pessoal:
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A natureza é de uma ordem fantástica, pois apresenta-se encadeada de uma forma perfeita.
Os instintos maternais sao cruciais para a existência da vida humana. É bom saber que é agora conhecida a região responsável pelos instintos maternais e paternais, pois como menciona o artigo, muitas mulheres sofrem uma depressão pós parto, e assim esta pode ser combatida mais facilmente..

domingo, 9 de março de 2008

Nova descoberta no sistema imunitário pode ajudar a combater alergias
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Uma equipa internacional de cientistas descobriu um mecanismo que pode ser responsável por doenças como a febre dos fenos ou outras reacções alérgicas, visto que impede a auto-regulação normal do sistema imunitário.A investigação mostrou que um gene conhecido por GATA-3 pode bloquear o desenvolvimento de células T reguladoras no sistema imunitário ao isolar outro gene. Este, o FOXP3, é fundamental para as células T reguladoras, já que, se for bloqueado, deixam de ser produzidas aquelas células.Os investigadores do Imperial College de Londres, do Instituto Suíço de Investigação sobre Alergia e Asma e de outras instituições internacionais, esperam que a descoberta, hoje divulgada pela revista PLoS Biology, abra caminho ao desenvolvimento de terapias que tratem as alergias através do bloqueio daquele mecanismo.Sendo capazes de desenvolver terapias que impeçam o bloqueio do FOXP3, os cientistas esperam conseguir que as células T reguladoras voltem a trabalhar normalmente.As células T reguladoras têm uma importância vital para evitar reacções alérgicas em pessoas saudáveis, por manterem as outras células sob controlo, suprimirem células pró-alérgicas conhecidas por células Th2 e impedirem o sistema imunitário de atacar o corpo sem razão para isso.Em pessoas com alergias, alguns tipos de células do sistema imunitário, nomeadamente as Th2, podem identificar por engano como perigoso determinado alergeno, como o pólen. Neste caso, sempre que a pessoa volta a encontrar aquele alergeno, essas células promovem a produção de anticorpos para o atacar, provocando uma reacção alérgica."A descoberta vai ajudar-nos a compreender como é que as pessoas saudáveis são capazes de tolerar alergenos e o que precisamos de fazer para reinduzir tolerância no sistema imunitário de pacientes com alergias", afirmou Carsten Schmidt, principal autor do estudo e investigador do National Heart and Lung Institute do Imperial College.Os cientistas chegaram às suas conclusões depois de analisarem genes relacionados com as células T reguladoras e a forma como eles interagem, e confirmaram-nas com modelos de ratinhos, mostrando que os geneticamente alterados para exprimirem o gene GATA-3 em todas as células T revelaram enormes defeitos na produção de células T reguladoras.
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Reflexão pessoal:
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Na minha opinião esta descoberta poderá ser bastante útil no futuro, como todos sabemos as alergias afectam uma grande parte da população, e são muito incomodas para quem as tem. Com esta descoberta em breve poderemos ter uma boa solução para combater as alergias de uma forma eficaz.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Cabelos "gravam" características da água que bebemos

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Uma equipa de investigadores norte-americanos descobriu um método para determinar o local onde alguém bebeu água através de uma análise ao seu cabelo.
A técnica consiste em identificar os isótopos de hidrogénio e oxigénio existentes na água da torneira local, que variam de região para região e ficam "registados" no cabelo.Ou seja, analisando um cabelo é possível relacionar os isótopos de hidrogénio e oxigénio lá presentes com os da água potável de determinado local.A equipa de investigadores da Universidade de Utah analisou a composição da água da torneira de várias regiões dos Estados Unidos e recolheu amostras de cabelo em 65 barbearias do país.Com base na comparação desses dados, elaboraram um mapa dos Estados Unidos onde correlacionam a composição do cabelo humano com a geografia.Apesar de o mapa não permitir identificar localizações exactas, «pode não ser possível distinguir Chicago de Kansas City», dizem os cientistas, ele fornecem uma ideia geral. «É possível distinguir entre o Utah e o Texas», asseguram.«Nós somos o que comemos e bebemos, e isso fica gravado no cabelo», explica Thure Cerling, um geólogo e co-autor do estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences.

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Reflexão pessoal:
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De facto a tecnologia está cada vez mais avançada, esta técnica pode ser benéfica no combate á criminalidade embora possa não parecer. Mas sobretudo ficamos com a sensação que tudo é possivel, e associadas a esta técnica podem surgir outras.

domingo, 2 de março de 2008

Cientistas identificam moléculas que protegem espermatozóides do sistema imunitário feminino
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Descoberta pode revelar pistas sobre disseminação do cancro e Sida no corpo humano.
Um estudo sobre o comportamento do espermatozóide no corpo feminino pode revelar pistas importantes sobre a forma como as células cancerígenas e os vírus, como o VIH, conseguem disseminar-se no corpo humano. Segundo a BBC, cientistas britânicos conseguiram identificar moléculas situadas na superfície do espermatozóide que previnem o ataque pelo sistema imunitário feminino. Refira-se que, sendo considerados estranhos aos organismo, os espermatozóides poderão ser atacados por anticorpos da mulher. Então, essas moléculas protegeriam o espermatozóide, permitindo que ele entrasse no corpo da mulher sem ser detectado pelo seu sistema imunológico, o mesmo “truque” que poderá ser usado por células cancerígenas. A equipa de pesquisadores do Imperial College de Londres acredita que esta protecção é dada pelas glicoproteínas, que são moléculas de açúcar encontradas tanto na superfície do espermatozóide como também em algumas células cancerígenas e em amostras de sangue infectado com VIH. Segundo os cientistas, as células que contém a glicoproteína conseguem passar despercebidas pelo sistema imunitário e são protegidas de ataques, quando colocadas noutro organismo, como no caso de um transplante de órgãos, por exemplo. Isso explicaria como células infectadas com doenças como o cancro, por exemplo, conseguem espalhar-se pelo corpo. O estudo foi publicado na revista científica “Journal of Biological Chemistry”. O próximo passo dos investigadores, refere a BBC, é descobrir o mecanismo usado pelas glicoproteínas para se fazerem passar por inofensivas ao sistema imunitário.
Segundo Anne Dell, líder da pesquisa, o estudo pode abrir caminho para a descoberta de novos tratamentos e prevenção do cancro e outras doenças. «Se as células agressivas do cancro estão a usar os mesmos sinais reconhecidos pelo corpo para enganar o sistema imunitário e passar por inofensivas, precisamos de descobrir como funciona exactamente essa interacção ».
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Reflexão pessoal:
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Sem dúvida que estamos cada vez mais perto de encontrar uma cura viável para o câncro, e esta descoberta poderá estar relacionada na maneira como o câncro se propaga silênciosamente. Assim como os espermatozóides resistem ao sistema imunitário da mulher, é provável que as células câncerigenas utilizem o mesmo método, que é o que mais importa descobrir ao certo agora.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Adolescente fica com sistema imunitário de dador
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Demi-Lee Brennan, uma adolescente australiana de 15 anos que foi sujeita a um transplante de fígado, abalou as fundações da ciência moderna após se ter verificado que o seu sistema imunitário tinha sido substituído pelo do dador. Os médicos do Sydney's Westmead Children's Hospital ficaram boquiabertos com o caso de Demi-Lee Brennan, uma adolescente de 15 anos a quem teve de ser transplantado um fígado devido a uma insuficiência hepática.Nove meses após o transplante, os testes que os médicos realizaram a Demi revelaram que o grupo sanguíneo da adolescente tinha mudado para o dador. Intrigados, os clínicos efectuaram mais testes, que mostraram que as células estaminais do fígado do dador tinham penetrado na medula óssea de Demi.Mas o que realmente espantou o doutor Michael Stormon e os seus colegas foi o facto de o sistema imunitário da jovem ter sido substituído quase totalmente pelo do dador, eliminando a necessidade de ela continuar a tomar medicamentos contra a rejeição, conhecidos como imunossupressores, químicos cujos efeitos secundários incluem infecções graves e efeitos tóxicos nos órgãos.«Consultámos exaustivamente no hospital e depois olhámos para a literatura médica e consultámos colegas de todo o mundo para ver se alguém já tinha visto algo deste género», revelou Stormon, citado pelo "ABC News".«Ninguém tinha, por isso ficamos estupefactos e impressionados», explicou o clínico, que agora, com a ajuda da sua equipa, tenta identificar o fenómeno e descobrir se é possível replicá-lo.
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Nota pessoal:
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Para espanto de todos, surge esta notícia que poderá ser um grande passo na medicina, infelizmente ainda não se sabe como tal sucedeu, mas penso que em breve irá surgir uma explicação viável, e que poderá ser um bom contributo para os transplantes, que actualmente implicam muitas limitações para quem é sujeito a eles.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Cirúrgia pioneira ao cancro do colo do útero correu bem

Daniel Silva, director do Serviço de Ginecologia do Centro Regional de Coimbra do Instituto Português de Oncologia (IPO), que operou a paciente com 28 anos, adiantou à agência Lusa que o primeiro ano após a intervenção «é decisivo para ver se a doença está erradicada», o que exige «uma vigilância apertada». Terça-feira, uma mulher, que ainda não tinha filhos, aceitou submeter-se a uma intervenção cirúrgica pioneira em Portugal, e sobre a qual ainda não há muitos estudos internacionalmente, que consistiu na remoção de apenas uma pequena parte do útero, mantendo os ovários, e assim conservando a capacidade reprodutiva. Nestes casos de doença, a técnica normalmente utilizada é da cirurgia radical, com a remoção integral do útero e tecidos envolventes, para travar a evolução do carcinoma. «Esta técnica é de aplicar, sempre que as doentes queiram partilhar os riscos de uma cirurgia inovadora», referiu o médico, acrescentando que também só é possível em certos casos clínicos, como o desta jovem, com um carcinoma invasivo que não estava muito avançado. Segundo Daniel Silva, a paciente expressou uma «forte vontade» de aceitar os riscos de uma cirurgia que «ainda não está perfeitamente consagrada», em resultado de uma técnica criada pelo cirurgião francês Daniel Dargent, de Lion, em meados dos anos 90.Esta técnica consiste em remover passo-a-passo os tecidos, que de imediato são analisados e a cirurgia avança à medida que se obtêm os resultados e, «se não houver margem de segurança, com tudo a dar negativo, faz-se uma remoção total», explicou. Daniel Silva adiantou à agência Lusa que também no tratamento do cancro da mama se partia para a remoção total, para a cirurgia radical, e que as pressões das próprias pacientes levaram a que se procurasse fazer uma remoção apenas parcial dos tecidos, e os resultados foram idênticos. «Quando se inova correm-se riscos, mas pode estar-se a dar um passo importante», concluiu.

Fonte: http://www.tsf.pt/online/ciencia/interior.asp?id_artigo=TSF187351

Nota pessoal:

Mais uma boa notícia na área da ciência, desta vez em Portugal, o que é muito bom. Com esta primeira cirurgia ao que tudo indica poderam ser feitas outras. O lado benéfico desta cirurgia, é o facto das mulheres em questão poderem ficar férteis após uma remoção facial do útero. Apesar de haver riscos esta cirurgia é muito benéfica para as mulheres, pois assim poderão ter filhos.


sábado, 12 de janeiro de 2008

Identificados genes ligados a 7 doenças hereditárias

O maior estudo já realizado sobre doenças hereditárias identificou 15 novos genes que podem ser considerados factores de risco para pelo menos sete doenças, incluindo diabetes e distúrbio bipolar. O estudo, publicado na revista Nature, analisou o DNA retirado de amostras sanguíneas de 14 mil pessoas (2 mil para cada tipo de doença), que foram comparadas com as amostras de 3 mil pessoas saudáveis.
Como resultado, os cientistas envolvidos no estudo encontraram variações genéticas associadas a distúrbio bipolar, doença de Crohn, doença coronária, hipertensão, artrite reumática e diabetes dos tipos 1 e 2. Em poucos meses, os pesquisadores descobriram 15 genes com os quais nunca haviam sido associadas doenças.
As descobertas, comemoradas pelos cientistas como revolucionárias, devem-se em boa parte ao facto de eles terem utilizado um método muito mais rápido e preciso de vasculhar o genoma do que o que se usava antes.
Pallab Ghosh, especialista em ciência da BBC, afirma que antes o trabalho era como pescar em meio aos cerca de 25 mil genes que compõem o genoma, o que fazia com que o processo fosse lento e pouco confiável. Desta vez, diz Ghosh, a busca foi feita de forma muito mais sistemática, o que permitiu realizar a busca em todo o património genético do grupo estudado.
Os cientistas acreditam que, no futuro, seja possível submeter as pessoas a testes em busca de combinações de genes específicas que revelem o risco que elas correm e assim orientá-las a mudar o seu estilo de vida ou realizar exames de rotina.
Uma das descobertas mais surpreendentes está ligada a um gene, até então desconhecido, associado a diabetes do tipo 1 e doença de Crohn, uma inflamação do intestino, o que sugere que eles têm caminhos biológicos parecidos. O projecto do WTCCC já contribuiu para estudos recentes sobre o gene da obesidade, além de três novos genes ligados a diabetes do tipo 2 e a uma região genética no cromossoma 9 associada a doenças coronárias.
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Nota pessoal:
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De facto todos os dias assistimos a descobertas, relacionadas com doenças humanas, que são um grande problema para toda a população, pois muitas delas ainda não têm cura. Com mais esta contribuição para o combate ás doenças hereditárias, e com outras que possam surgir, acredito que em breve vai ser possivel controlarmos as doenças hereditárias, de modo a que não tenham efeitos graves nas pessoas portadoras de tais doenças.

domingo, 9 de dezembro de 2007

DNA evitará consanguinidade entre tigres siberianos


O maior centro mundial de criação de tigres siberianos, uma das dez espécies em maior risco de extinção, completou um registo de DNA dos seus exemplares para evitar a consanguinidade e, com ela, a "degeneração" da espécie, segundo a imprensa local.
"Completamos a recompilação de amostras de DNA dos 700 tigres do centro. Só faltam os cem filhotes nascidos este ano", afirmou Liu Dan, veterinário-chefe do Centro de Criação de Felinos de Hengdaohezi, na província de Heilongjiang, nordeste da China.
O objectivo da iniciativa é "estabelecer uma árvore genealógica dos exemplares, a fim de garantir a pureza da espécie e evitar a degeneração genética" devido aos cruzamentos entre parentes, explicou.
Segundo o grupo ecologista WWF, apenas 500 tigres siberianos vivem actualmente em estado selvagem no seu habitat, a região de fronteira entre a Sibéria russa, o noroeste chinês e a parte setentrional da Coreia do Norte.
A grande maioria está em território russo, enquanto na China só restam de 10 a 17.
Para protegê-los da extinção, o Governo chinês decidiu criar em 1986, com apenas oito indivíduos, o centro de Hengdaohezi, cujos responsáveis planejam libertar no futuro cerca de 620 exemplares.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2111379-EI8145,00.html

Nota pessoal:

Sem dúvida uma noticia muito agradável, que poderá ser a cahve para uma luta quase impossivel, que é preservar o tigre siberiano, um animal esplendoso e magnifico. Esta descoberta poderá ser a chave, pois a consanguinade é o grande problema quando o número de exemplares de uma espécie começa a ser reduzido. Acredito que esta descoberta possa contribuir muito para a preservação desta espécie durante bastantes anos.


terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Herbicidas podem ser causa de animais bicéfalos

O nascimento de animais com má formação genética ainda causa espanto nas pessoas pelos impressionantes tipos de deformações.
Zaidan afirma que durante a fase fetal ocorre uma proliferação celular na área onde os tecidos se formam. "Em algumas ocasiões, um agente tóxico pode interferir no desenvolvimento do embrião, gerando um animal com má formação genética."
"Colocar herbicida no pasto pode intoxicar o alimento que será ingerido pelo animal, e, neste caso, também depende da quantidade de substâncias tóxicas presentes na comida e quanto o animal se alimentou."
Mas a professora é cautelosa ao enunciar as possíveis causas para as anomalias e afirma que outros factores podem ser os causadores do defeito, além dos herbicidas. "A deformidade no animal também pode ser de natureza hereditária, funcional, metabólica e comportamental", informou.
Segundo a professora, uma pequena percentagem de anomalias ocorre por causa de um mau cruzamento antes da reprodução. "Muitas vezes são deficiências hereditárias adquiridas geneticamente, mas a falta de nutrientes saudáveis na alimentação do animal também pode ser um factor determinante", destacou.
Sobre a possibilidade do animal sobreviver com a anomalia, ela explicou que depende muito do tipo de má formação, já que existem vários exemplos de problemas genéticos. "Existem defeitos compatíveis e outros incompatíveis com a vida. Em algumas delas, o animal pode sobreviver e adaptar-se à vida com o seu defeito".
No caso da criação de gado, Zaidan explicou que geralmente acontece o sacrifício, por "menor que seja" o problema, e "mesmo que o animal seja saudável", para futuramente não trazer problemas à reprodução.

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Nota pessoal:
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De facto a natureza é bela e fenomenal, mas por vezes também gera "produtos" deformados, que neste caso, na sua maioria são causados por um factor humano, mas também existe a vertente hereditária, que é um erro natural, será importante perceber as origens e as causas destas deformações.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Descobertos 350 genes da fertilidade

Uma edição do jornal americano Genetics faz referência a um estudo que avança nas causas da infertilidade feminina. Segundo o doutor Diego Castrillon, autor do estudo, há agora uma lista mas completa de genes, para se investigar.
O estudo foi realizado em ratos, já que em níveis moleculares, a biologia do ovário humano é muito parecida com a dos roedores. O objectivo é apontar novos caminhos para se descobrir a causa da infertilidade feminina testando problemas com genes específicos. Mais de 10% das mulheres apresentam dificuldade para engravidar, sendo a disfunção ovarina uma das causas mais presentes.
Segundo a doutora Silvana Chedid ,a ciência tem evoluído muito no sentido de encontrar novas alternativas de tratamento da infertilidade, começando pela identificação de novos genes que dificultam ou impedem a gravidez. A médica acredita, que num futuro próximo, sabendo qual o gene que está defeituoso, um especialista pode dar tratamento personalizado á paciente, aumentando as hipóteses de sucesso. Segundo a especialista a ciência hoje ainda trabalha com os dados que atribuem a infertilidade a 40% dos homens, 40% das mulheres e 20% de uma combinação dos dois factores.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/27092007/11/saude-descobertos-350-genes-da-fertilidade.html

Nota pessoal:

Uma vez mais assistimos a uma nova descoberta ciêntifica, que muito poderá contribuir para o grande problema que é a infertilidade. Com a lista de genes disponivel agora, será muito mais fácil a sua investigação. Num futuro próximo, penso que o que agora são factos serão uma realidade.


domingo, 4 de novembro de 2007

Grã-Bretanha vai criar embriões híbridos de animais e humanos

A Autoridade de Fertilização Humana e Embriologia (HFEA) da Grã-Bretanha aprovou uma técnica para criar embriões híbridos de animais e humanos, o que permitirá o avanço na pesquisa de doenças como o Alzheimer ou Parkinson. A autorização do organismo estatal, que regula as técnicas de fertilidade, permitirá que os cientistas do Kings College de Londres e da Universidade de Newcastle utilizem embriões híbridos para o estudo de doenças incuráveis. Ambas as equipas haviam solicitado à HFEA a aprovação desta polêmica técnica para a criação de embriões com material genético humano e animal que permitirá gerar células embrionárias, como primeiro passo para o desenvolvimento de terapias baseadas nas células-tronco. A equipe do professor Ian Wilmut, que clonou a ovelha Dolly, também estava à espera da aprovação dos embriões híbridos, que quer utilizar no estudo de patologias neurológicas como a esclerose lateral amiotrófica ou a doença de Parkinson. A técnica para a criação de embriões híbridos citoplasmáticos, consiste na obtenção do núcleo de uma célula humana, que é colocado num óvulo animal, após a extracção do seu núcleo. Também há os embriões criados por meio de fecundação de um óvulo animal com esperma humano, ou vice-versa.
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Nota pessoal:
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Esta notícia é extraordinária do ponto de vista evolutivo. Apesar de ser ainda um projecto, é bom saber que os seus fins consistem na resolução de doenças que não têm cura ate ao momento. A ciência está a evoluir a bom ritimo, mas todavia há muitas doenças que ainda não têm cura, este projecto será um bom contributo para combater esse facto. Espero que este projecto seja bem sucedido , para beneficio da comunidade em geral.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

85 por cento das portuguesas usam contraceptivos

Oitenta e cinco por cento das mulheres portuguesas em idade fértil e sexualmente activas utilizam métodos contraceptivos, indicam os dados mais recentes do Inquérito Nacional de Saúde.Em Portugal, "85 por cento dos entrevistados usam métodos contraceptivos, enquanto 15 por cento não utilizam qualquer contraceptivo", disse à Lusa Carlos Dias, adiantando que os índices mais baixos de utilização de contraceptivos registam-se no Alentejo, onde 81,4 por cento das mulheres usam contraceptivos, em contraste com a zona centro, com mais de 87 por cento das mulheres a recorrerem a métodos contraceptivos. O valor mais baixo de uso de contraceptivos mantém-se no escalão etário mais jovem — dos 15 aos 19 anos — e a mais elevada concentra-se nas faixas etárias intermédias — dos 25 aos 29 anos e dos 30 aos 34 anos.
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Nota pessoal:
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É de facto bastante positivo, sabermos que a população portuguesa em particular, neste caso feminina em grande parte está familiarizada com os métodos contraceptivos, pois isto pode significar que teremos cada vez menos gravidezes indesejadas. Todavia pode ser preocupante sabermos que as jovens entre os 15 e os 19 anos aderem muito pouco a estes métodos, daí termos muitos casos de mães adolescentes.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Crianças portuguesas geradas com espermatozóides espanhóis

Os métodos de procriação medicamente assistida são utilizados em Portugal há pelo menos duas décadas. Mas continuam por regulamentar. Através destes métodos nascem, por ano e em média, cerca de 650 crianças. Mas, para os cerca de 50 casos em que foi necessário recorrer a dadores de esperma, os espermatozóides foram importados de Espanha. Porque a falta de regulamentação não permite que existam bancos no nosso país. Pela mesma razão, todos os anos cerca de uma centena de mulheres do Norte do país viajam até Espanha para receberem ovócitos. A infertilidade é uma doença, identificada como tal pela Organização Mundial de Saúde. Cerca de 15% da população sofrem de infertilidade. Em Portugal, serão cerca de meio milhão as pessoas afectadas. Existem diversos tratamentos, medicamentosos ou cirurgias, e no final da linha a Reprodução Medicamente Assistida (RMA).Mas, e após 20 anos de prática, só no ano passado foi publicada uma lei geral sobre o tema, que prevê a criação de um Conselho Nacional de Reprodução Assistida, que está a ser constituído, e a quem competirá, no futuro, regulamentar todas as práticas e ainda os registos dos tratamentos efectuados no nosso país.Os dados da Reprodução Medicamente Assistida não são exactos. Já o número de clínicas é conhecido - existem seis centros públicos em hospitais centrais, quatro em parceria público/privada e 18 privadas - e a sua escassez revela a dificuldade de acesso para muitos casais.
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Nota pessoal:
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É de lamentar o atraso que se verifica no nosso país ao nível da reprodução assistida. Não há dúvida que hoje em dia, existe um grande número de pessoas a sofrer de infertilidade, por diversas razões. Seria muito bom Portugal evoluir a este nivel, pois toda a gente tem direito a ter filhos, e a infertilidade é considerada uma doença, que na maioria dos casos pode ser resolvida.

domingo, 30 de setembro de 2007

Exercícios pesados triplicam risco de aborto
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Uma pesquisa realizada por cientistas dinamarqueses apontou que a prática de exercícios pesados no início da gravidez pode triplicar o risco de aborto. De acordo com o estudo, realizado pela Universidade do Sul da Dinamarca, desportos de alto impacto, aumentam as hipóteses de interrupção da gestação. Os resultados sugerem que fazer exercícios de alto impacto no início da gravidez está associado ao aumento do risco de aborto. Os cientistas observaram, num entanto, que como o risco de aborto diminui conforme a gravidez avança, a ligação entre exercícios e a perda do bebé desaparece após a 18ª semana de gestação.
Todavia o estudo realça ainda, que desportos como a natação ao que tudo indica não são prejudiciais.
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Nota Pessoal:
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De facto a gravidez trás algumas implicações á mulher, sendo uma delas não fazer esforços demasiados, este estudo alerta para o cuidado a ter com a gravidez, pois infelizmente há muitas mulheres que não ligam a estes factos, e depois é o que se vê todos os dias acontecem vários abortos, muitos deles por falta de cuidado. Eu penso que o exercicio é importante, mas é perciso cumprir os limites.